Terminado o retiro presencial, no Santuário do Cristo Rei, creio que se impõe agora o retiro interior.
O que é que eu vivi? O que senti? Que momentos ou palavras me fizeram sentido? Onde e em que medida cresci? Este caminho é o meu caminho?
São perguntas que devemos fazer, cada um consigo mesmo, a si próprio. É um relatório que devemos à nossa consciência sempre que vivemos experiências de partilha e de reflexão.
O que significou para mim cada um dos momentos, os bons e os menos bons? O que me trouxeram de felicidade? O que significa para mim essa felicidade?
Pela faculdade que Deus nos deu e que nos distingue dos seres não “sapiens”, “oremos” para a nossa razão e coração e tentemos sentir a vida após a vivência da experiência. Não é no retiro que se aprende, é na reflexão, na vivência interior e pessoal que nos construímos como homens.
Como diz um autor famoso "o Bom Pai é aquele que prepara os filhos para a vida", mas o trabalho dos nossos pais será uma vã frustração se nós, filhos, não nos dispusermos a aprender… e isso tem o segredo no interior de cada um.
Descoberto esse mistério, então temos a condição para crescer, deixar o mundo um nadinha melhor e receber e dar um pouquinho de felicidade.
E custa tão pouco partilhar um “pozinho” de felicidade…
Deixo-vos aqui um exemplo que deixou uma “plateia” de dezenas de pessoas verdadeiramente emocionadas… onde, em tão pouco, se encontra um lampejo enorme de felicidade.
… As imagens… essas são só para quem as viveu, como a imagem do retiro é para cada um de vós um reflexo de vós mesmos, no antes e no depois do retiro. Alguma coisa mudou?
O que é que eu vivi? O que senti? Que momentos ou palavras me fizeram sentido? Onde e em que medida cresci? Este caminho é o meu caminho?
São perguntas que devemos fazer, cada um consigo mesmo, a si próprio. É um relatório que devemos à nossa consciência sempre que vivemos experiências de partilha e de reflexão.
O que significou para mim cada um dos momentos, os bons e os menos bons? O que me trouxeram de felicidade? O que significa para mim essa felicidade?
Pela faculdade que Deus nos deu e que nos distingue dos seres não “sapiens”, “oremos” para a nossa razão e coração e tentemos sentir a vida após a vivência da experiência. Não é no retiro que se aprende, é na reflexão, na vivência interior e pessoal que nos construímos como homens.
Como diz um autor famoso "o Bom Pai é aquele que prepara os filhos para a vida", mas o trabalho dos nossos pais será uma vã frustração se nós, filhos, não nos dispusermos a aprender… e isso tem o segredo no interior de cada um.
Descoberto esse mistério, então temos a condição para crescer, deixar o mundo um nadinha melhor e receber e dar um pouquinho de felicidade.
E custa tão pouco partilhar um “pozinho” de felicidade…
Deixo-vos aqui um exemplo que deixou uma “plateia” de dezenas de pessoas verdadeiramente emocionadas… onde, em tão pouco, se encontra um lampejo enorme de felicidade.
… As imagens… essas são só para quem as viveu, como a imagem do retiro é para cada um de vós um reflexo de vós mesmos, no antes e no depois do retiro. Alguma coisa mudou?
