sábado, 7 de novembro de 2009

RAID (semi)NOCTURNO

Era já noite quando começámos o Raid (18h), decidido por unanimidade que os lobitos não deveriam participar pelo facto de ser noite e pela dimensão do raid.
Qual quê... Claro que houve alguns que não participaram, mas de imediato um coro de protestos se fez ouvir - Não vamos o "tanas" - exclamaram alguns dos pata-tenras mais afoitos.
E pronto lá tiveram de participar, com muito gosto e admiração da nossa parte. Foi bonito ver os seus sorrisos e sentir a sua alegria de "competir" ao lado dos mais velhos.
Pioneiros no comando, exploradores a ajudar e os Lobitos a delirar - este tem sido o espirito.
Agora 20.30h - a energia escorre destes jovens que não param a brincadeira, gritam, pulam, caem e levantam-se enquanto o jantar se vai fazendo.
Aliás ninguém parece ter fome, tal a gula com que estão lançados na brincadeira.
Sono? Vamos ter uma noite agitada em perspectiva. Será a primeira directa para os Pata-tenra?
Divirtam-se pais, que nós por cá, tudo na maravilha!!! (isto é só para vos fazer inveja...)

Preparem-se pais:

Olá Pais:
Cá estamos nós chegados à Batalha.
Todos bem acordados e cheios de energia, pois espera-nos uma caminhada e um raid que os vai levar direitinhos para a cama (melhor esteira) logo á noite... Digo eu, porque por muito que tentemos há sempre Lobitos acordados ás 3 da matina em amena cavaqueira.
Para já é tudo... Não sei quando fazemos novo post, mas vão vendo

terça-feira, 3 de novembro de 2009

UMA HISTÓRIA DA LUANA "LEÃO FEROZ"

Mensagem enviada por Mail pela Luana e sua família

Temos consultado assiduamente site e blog e gostámos imenso da história da Rita.
Aqui por casa tentámos, em conjunto, escrever qualquer coisa para contribuir e responder aos apelos de participação.
E cá vai:


“Divino Menino Jesus
Nós vos oferecemos inteiramente o nosso coração”
A Vós, e ao Escutismo.
Sim, ao Escutismo! Porque aqui por casa, desde o dia 10 de Outubro que se respira e transpira Lobitismo.
Sim, se transpira! Porque como bem reza a lenda andámos uma semana inteirinha a caminhar no pónei, mas tivemos sorte.
Sim, sorte! Porque aqui o pónei caminhava em câmara lenta, andasse ele depressa e tínhamos dado a volta ao mundo em 8 dias.
Sim, em 8 dias! Porque a nossa lobita é um Leão Veloz e tem cá um pedal…
Mas a onda foi mesmo contagiante e até o pequenote cá de casa que só tem dois meses quando chora já faz auuuuuuuu!!!
O nosso coração é agora uma mini fábrica de BA’s.
“Enchei-o das Vossas virtudes
Ensinai-nos a imitar-vos
Nós queremos seguir o Vosso exemplo
Com toda a nossa boa vontade”
E por isso, frequentámos o curso do dia 23, que decorreu em horário pós-laboral. A matéria das insígnias não foi fácil, mas com sorte e algum copianço (temos de confessar que passou ainda pela ajuda da Baguerá) deve dar p’ró 10.
E agora, com farda de gala, farda de campo, botas de caminhada, mochila de ± 30 lts, corta-vento, boné, bolsa de higiene, toalha, cabide, saco-cama, esteira, prato copo e talheres da loja do chinês (que o daqui da rua chama-se Pedro), lanterna, caderno de caça e manual do lobito, estamos prontos p’rá Batalha.
“E com a ajuda da Vossa Mãe Maria Santíssima”
Há-de tudo correr pelo melhor e dos bombeiros só há-de ser preciso o alojamento.
“Para assim, crescermos em graça e em idade”
Mas, antes da viagem, como Lobito escuta Aquelá, aqui fica um poema sobre o Leão Veloz, e este que é não só veloz, mas também traquina, teimoso, doce, meigo, carinhoso e é ele que nos faz estar aqui e agora à procura das palavras certas para partilhar esta nossa experiência.
Sim, nossa! Porque aquilo que deixa os nossos filhos felizes, deixa-nos a nós imensamente felizes. Enche-nos o coração e a alma…
“Amén.”

A família do Leão Veloz (Luana)

O LEÃO QUE CHORA

O leão feroz
o leão veloz
também chora.

Ora, ora
porque choras leão?

E agora, e agora
o que se faz
pra consolar o leão
que chora?

Não chora, leão!
Não chora, não!
E o leão, responde:
-também tenho um coração!
(Dilan Camargo)

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

MAIS UM DIA NA ALCATEIA

Olá lobitos, então ainda se lembram a que Bando pertencem? Sim porque neste ultimo sabado fizemos um jogo muito divertido com adivinhas para a formação dos bandos: Branco, Cinzento, Preto e Ruivo.

Alguns dos Pata Tenra já escolheram o seu Toten, para quem ainda não o tem ou ficou com alguma duvida, não se esqueçam de pensar bem no assunto atá à proxima actividade, que será a primeira saída deste ano, vamos rumar até à Batalha!

Canhotas amigas de equipa de animação da Iª Secção.

OUTUBRO MISSIONÁRIO - JANTAR

No passado sábado decorreu no Salão Paroquial da Igreja do Bº da Fraternidade mais um Jantar Missionário, onde estiveram presentes cerca de 60 pessoas.

Alem de ter sido um momento de convívio entre todos os participantes, houve ainda espaço para partilha e oração. Conseguiu-se reunir um módico contributo para o Padre Luzia levar para Africa, no âmbito das missões, de forma a conseguir tornar os "dias de alguém um pouco melhores...."
E que Deus nos abra os olhos e os corações para continuarmos a fazer Missão.

E já agora, os nossos parabéns às cozinheiras pois o jantar estava delicioso!

domingo, 25 de outubro de 2009

OS DOIS CASTORES

Ora cá está um dos objectivos deste Blogue: que todos, e não apenas os dirigentes e pais, partilhem ideias, histórias, comentários, enfim...
Aqui fica uma linda história de Lobitos(a) para Lobitos e adultos, enviada pela "Pata Tenra" Rita Covelinhas, com a ajuda do pai:

Os dois Castores!...

«Um dia, durante a construção de um enorme dique para conter o rio que teimava em se encher com a água da chuva, o castor do Rio da Direita notou, exausto, que os galhos estavam a terminar. Embaraçado, gritou, então, ao castor do Rio da Esquerda, se ele lhe poderia dispensar um ou dois galhos dos seus.
Voaram dois galhos por cima da sua cabeça, que o castor agoniado tratou de enfiar pelo amontoado de galhos que já começava a mostrar sinal de fraqueza. Desesperado, o castor tratou de ajeitar os galhos aqui e ali, até que, em pânico, perguntou mais uma vez ao castor do Rio da Esquerda se ele poderia dispensar mais dois ou três galhos. Ainda os galhos voavam para o seu lado, e já o castor, nervoso, os encaixava no meio da pilha de galhos que agora tremiam como uma gelatina e estancou, paralisado, à espera do pior.
Muito aflito, gritando por socorro, pela primeira vez na sua vida o castor do Rio da Direita subiu, atabalhoado, a encosta do seu rio e já ia começar a descer correndo para dentro do Rio da Esquerda, quando parou, chocado com o que via.
No Rio da Esquerda havia um outro dique, enorme e resistente, a conter a força da água. Deitado sobre ele, roendo calmamente uma folhinha de árvore, estava o outro castor, que observava as centenas de galhos que haviam sobrado, flutuando à sua frente… Antes que o castor do Rio da Direita se pudesse arrepender de algo, o seu pobre dique rebentou.
Em questão de minutos o rio transbordou, afogando o apavorado castor e cobrindo com enormes ondas o Rio da Esquerda – que engoliu o outro castor, a sua folhinha de árvore e as centenas de galhos que haviam sobrado.»

Uma lição que se pode tirar desta história é que… não adianta querer cuidar do seu rio sozinho!

Palavras mágicas: Partilha, Colaboração, Cooperação!

"Aprendo com a árvore e deixo cair as folhas secas do passado para que adubem o chão, onde as raízes preparam o futuro."

Abraço

Rita (com a juda do pai, Francisco Covelinhas)